Sabe a melhor coisa do mundo? Ser mãe é ainda melhor.
Não me importo mais com política, cultura, economia e comunicação. Desculpe-me a falta de assunto, mas quando você é mãe a única coisa que importa é a sua cria.
Se voce é incapaz de compreender isso, uma dica: providencie um herdeiro. Não existe nada tão maravilhoso como ter uma coisinha dessas em casa.
Leite derramando, acordar 2 vezes durante a noite, limpar cocô várias vezes por dia, ficar quase sem sair de casa, não poder comer várias coisas gostosas pra evitar que o bebê tenha cólica... Tudo isso acontece, mas é gostoso de mais. É impossível achar ruim aquele chorinho de fome às 3h da manhã quando você chega no quarto ao lado e vê aquele olhinho pedindo proteção, carinho e, é claro, comida.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
A espera acabou
Depois de tanta espera, ansiedade e "gastura", o dia finalmente chegou.
Em consulta com minha obstetra, soubemos que minha bacia não é das melhores para o parto normal. Então, aliado a minha suuuper ansiedade, que tava fazendo minha pressão subir um pouco, marcamos o grande dia.
Do dia da consulta até o dia da cirurgia, ainda tentei quase todas as mandingas pra entrar em trabalho de parto. Era um tal de não conseguir dormir, que resultava em faxina de madrugada; um sobe desce de escada, agachamento, samba, tudo pra estimular Sofia a encaixar e querer nascer por ela mesmo. Esforço em vão.
25/01- 17h30
Malas prontas, tudo arrumado. Vamos pra maternidade? Cuidamos de pedir a família e amigos que não nos deixassem mais ansiosos e só aparecessem na maternidade depois do nascimento - até porque entraríamos em cirurgia e não adiantava nada estar todo mundo lá pra não ver ninguém!
25/01 - 18h10
Chegamos na maternidade. O hall de entrada do Hospital da Unimed (tão familiar pra mim, que ia lá quase que semanalmente, enquanto funcionária da cooperativa) estava diferente. A luz não era igual, o clima não era igual. Naquele momento, nem parecia que tinha escolhido aquele hospital, por me ser tão familiar. Demos entrada na internação. Agora é só esperar.
25/01 - 19h
Já estamos no quarto e quem chega primeiro é Dra. Adriana Leite (a obstetra). Fala comigo, me tranquiliza e vai se preparar pra o grande momento. Em seguida chega Tia Gilca Gomes (pediatra). Nessas horas a melhor coisa do mundo é um pediatra que você conhece bem e tem um pouco de intimidade. Por ser mãe do nosso "cumpadi" Igor e praticamente tia de Dadado, pedimos que ela nos acompanhasse nessa.
25/01 - 19h30
A hora marcada. De presente, momentos antes, recebemos uma imagem e a oração de N. Sra. do Bom Parto. Ali eu rezei e pedi para que desse tudo certo, que minha Pequenina fosse saudável e que os médicos estivessem concentrado e cuidassem de mim.
25/01 - Depois de 19h30
Chegamos na sala de parto. Dra Adriana estava lá, pegou na minha mão, fez sua oração e logo em seguida o anestesista conversou, tirou uma onda, brincou com minhas tatuagens (ele quis me convencer de que dói). Pouco tempo depois eu já não estava sentindo nada, toda atrevidinha, perguntando "-se eu tentar mexer minha perna, vou conseguir?" Todos disseram "-não" e logo Dra. Adriana: -Flaviana, estamos começando. O anestesista conversava comigo, botava meio mundo de remédios no meu soro. Enquanto isso, Dadado láááá do outro lado, conversando com Tia Gilca. Disse que não queria ver a cirurgia, mas acho que esqueceram dele, pois quando percebeu eu já estava com o buchão todo aberto.
25/01 - 19h52
Pouco tempo antes, escuto Dra. Adriana dizer que "isso é a bolsa, chegou a hora". Então, escuto o mais doce e lindo choro de neném. Os segundos mais intensos da minha vida. Eu só queria vê-la e me certificar que tudo estava bem. Chorei, chorei mais um pouco e pedia pra me mostrarem ela. Estava feliz e ansiosa. Queria conhecer aquela coisinha que carreguei dentro de mim por exatas 39 semanas e 4 dias, aquela pequena pessoa que, segundos antes, nem existia e já fazia parte da minha vida, como se eu a conhecesse há mil séculos.
Finalmente o grande encontro aconteceu. Eu, babona, chorei mais. Dadado toda hora dizia que ela é linda e perfeita, como nós sempre pensamos.
Enquanto todo esse chororô acontecia, fechavam a minha barriga. Eu só me preocupava em ver minha pequenina. Decorar cada milimetro dela. Colocaram uma pulseira de identificação em mim, igual nela. Acho que todos saíram. Não sei mais o que aconteceu, pois estava muito eufórica + anestesiada pra entender o que acontecia ao redor. Minha maior felicidade aconteceu.
Sofia nasceu saudável, linda, 2.860kg, 47cm. Apgar 9/10. Hoje, exatos 8 dias depois, me emociono quando lembro. E ao olhar pro lado e vê-la dormindo como um anjo percebo que tudo valeu a pena.
Em consulta com minha obstetra, soubemos que minha bacia não é das melhores para o parto normal. Então, aliado a minha suuuper ansiedade, que tava fazendo minha pressão subir um pouco, marcamos o grande dia.
Do dia da consulta até o dia da cirurgia, ainda tentei quase todas as mandingas pra entrar em trabalho de parto. Era um tal de não conseguir dormir, que resultava em faxina de madrugada; um sobe desce de escada, agachamento, samba, tudo pra estimular Sofia a encaixar e querer nascer por ela mesmo. Esforço em vão.
25/01- 17h30
25/01 - 18h10
Chegamos na maternidade. O hall de entrada do Hospital da Unimed (tão familiar pra mim, que ia lá quase que semanalmente, enquanto funcionária da cooperativa) estava diferente. A luz não era igual, o clima não era igual. Naquele momento, nem parecia que tinha escolhido aquele hospital, por me ser tão familiar. Demos entrada na internação. Agora é só esperar.
25/01 - 19h
Já estamos no quarto e quem chega primeiro é Dra. Adriana Leite (a obstetra). Fala comigo, me tranquiliza e vai se preparar pra o grande momento. Em seguida chega Tia Gilca Gomes (pediatra). Nessas horas a melhor coisa do mundo é um pediatra que você conhece bem e tem um pouco de intimidade. Por ser mãe do nosso "cumpadi" Igor e praticamente tia de Dadado, pedimos que ela nos acompanhasse nessa.
25/01 - 19h30
A hora marcada. De presente, momentos antes, recebemos uma imagem e a oração de N. Sra. do Bom Parto. Ali eu rezei e pedi para que desse tudo certo, que minha Pequenina fosse saudável e que os médicos estivessem concentrado e cuidassem de mim.
25/01 - Depois de 19h30
Chegamos na sala de parto. Dra Adriana estava lá, pegou na minha mão, fez sua oração e logo em seguida o anestesista conversou, tirou uma onda, brincou com minhas tatuagens (ele quis me convencer de que dói). Pouco tempo depois eu já não estava sentindo nada, toda atrevidinha, perguntando "-se eu tentar mexer minha perna, vou conseguir?" Todos disseram "-não" e logo Dra. Adriana: -Flaviana, estamos começando. O anestesista conversava comigo, botava meio mundo de remédios no meu soro. Enquanto isso, Dadado láááá do outro lado, conversando com Tia Gilca. Disse que não queria ver a cirurgia, mas acho que esqueceram dele, pois quando percebeu eu já estava com o buchão todo aberto.
25/01 - 19h52
Pouco tempo antes, escuto Dra. Adriana dizer que "isso é a bolsa, chegou a hora". Então, escuto o mais doce e lindo choro de neném. Os segundos mais intensos da minha vida. Eu só queria vê-la e me certificar que tudo estava bem. Chorei, chorei mais um pouco e pedia pra me mostrarem ela. Estava feliz e ansiosa. Queria conhecer aquela coisinha que carreguei dentro de mim por exatas 39 semanas e 4 dias, aquela pequena pessoa que, segundos antes, nem existia e já fazia parte da minha vida, como se eu a conhecesse há mil séculos.
Finalmente o grande encontro aconteceu. Eu, babona, chorei mais. Dadado toda hora dizia que ela é linda e perfeita, como nós sempre pensamos.
Enquanto todo esse chororô acontecia, fechavam a minha barriga. Eu só me preocupava em ver minha pequenina. Decorar cada milimetro dela. Colocaram uma pulseira de identificação em mim, igual nela. Acho que todos saíram. Não sei mais o que aconteceu, pois estava muito eufórica + anestesiada pra entender o que acontecia ao redor. Minha maior felicidade aconteceu.
Sofia nasceu saudável, linda, 2.860kg, 47cm. Apgar 9/10. Hoje, exatos 8 dias depois, me emociono quando lembro. E ao olhar pro lado e vê-la dormindo como um anjo percebo que tudo valeu a pena.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Já chegou?
Ansiosa, ociosa, impaciente e com a sensação que vou ser grávida pra sempre. É assim que me sinto esses dias.
Está ainda no tempo, não existem motivos racionais pra eu querer taaaaanto que Sofia chegue logo. A gravidez dura, em média, 40 semanas, sendo que com 37 ja não é considerado prematuro e pode se estender até a 42ª semana sem grandes problemas.
Estou com exatamente 38 semanas e 4 dias e nenhum sinal de que alguém esteja querendo nascer por aqui. Ao contrário do que eu pensei, Sofia não está encaixada. Também não tenho contrações (fora as de treinamento) e minha placenta está bem até demais, sem sinal de envelhecimento (ou de que esteja perto do dia do parto).
Então, não adianta ansiedade, nem agonia. Sofia só nasce quando tiver de nascer e nem adianta me perguntar se ela nunca vai querer se mostar, eu já tenho a sensação de que ainda vou estar grávida na Copa do Brasil! Vou rezar pra não ter um troço de nervoso até esse dia chegar ...
Está ainda no tempo, não existem motivos racionais pra eu querer taaaaanto que Sofia chegue logo. A gravidez dura, em média, 40 semanas, sendo que com 37 ja não é considerado prematuro e pode se estender até a 42ª semana sem grandes problemas.
Estou com exatamente 38 semanas e 4 dias e nenhum sinal de que alguém esteja querendo nascer por aqui. Ao contrário do que eu pensei, Sofia não está encaixada. Também não tenho contrações (fora as de treinamento) e minha placenta está bem até demais, sem sinal de envelhecimento (ou de que esteja perto do dia do parto).
Então, não adianta ansiedade, nem agonia. Sofia só nasce quando tiver de nascer e nem adianta me perguntar se ela nunca vai querer se mostar, eu já tenho a sensação de que ainda vou estar grávida na Copa do Brasil! Vou rezar pra não ter um troço de nervoso até esse dia chegar ...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
37 semanas: Licença maternidade sem bebê
Estamos em casa. A agência, quando percebeu que estou "quase parindo", não quis correr o risco de me ver entrar em trabalho de parto no meio de um briefing e me colocou de licença maternidade!
Não devo fazer esforço a fim de evitar estimular o trabalho de parto, que deverá acontecer só com 39 ou 40 semanas, antes disso é um pouco cedo - mas desde domingo já não é mais considerado prematuro. Mesmo me sentindo bastante cansada, com a barriga pesando, os pés inchando, pressão baixa direto (e todos aqueles outros sintomas conhecidos de grávidas), ter que ficar em casa descançando está sendo bem chato.
Pra mim a licença maternidade sugere que existe uma criança pra ocupar o dia, mas não é o caso. Sofia só deverá nascer depois do dia 20/01 e isso implica em mais de 15 dias sem atividades maternas. Ficar sem ter o que fazer está me deixando ansiosa e agoniada.
Por enquanto, aguardo fazer a ultima Ultra ( to com saudade de ver a bichinha) e fico aproveitando cada contração - que espero que fiquem bastante frequentes e doloridas hihih.
Nos próximos dias devo arrumar minha mala - a de Sofia já está pronta- as lembrancinhas de Sofia (que são liiindas), assistir muita TV e procurar coisas para afastar a ansiedade!
Não devo fazer esforço a fim de evitar estimular o trabalho de parto, que deverá acontecer só com 39 ou 40 semanas, antes disso é um pouco cedo - mas desde domingo já não é mais considerado prematuro. Mesmo me sentindo bastante cansada, com a barriga pesando, os pés inchando, pressão baixa direto (e todos aqueles outros sintomas conhecidos de grávidas), ter que ficar em casa descançando está sendo bem chato.
Pra mim a licença maternidade sugere que existe uma criança pra ocupar o dia, mas não é o caso. Sofia só deverá nascer depois do dia 20/01 e isso implica em mais de 15 dias sem atividades maternas. Ficar sem ter o que fazer está me deixando ansiosa e agoniada.
Por enquanto, aguardo fazer a ultima Ultra ( to com saudade de ver a bichinha) e fico aproveitando cada contração - que espero que fiquem bastante frequentes e doloridas hihih.
Nos próximos dias devo arrumar minha mala - a de Sofia já está pronta- as lembrancinhas de Sofia (que são liiindas), assistir muita TV e procurar coisas para afastar a ansiedade!
domingo, 20 de dezembro de 2009
Quase Prontas
A gravidez já está chegando ao fim e parece estar tudo bem encaminhado. Acho até que a barriga baixou nesses últimos dias, o que indica que ela pode ter encaixado. Como estamos quase lá penso cada vez mais no parto.
O Parto normal, como o nome sugere, é a forma como fomos “programadas” para parir. É simples, por volta de 40 semanas o útero se contrai ( o que dizem ser parecido com o incômodo da cólica mentrual) de forma ritimada até que atinge 10cm de dilatação e seu bebê sai, naturalmente, sem precisar de grandes interveções médicas. É um momento da nova mãe e do novo bebê.
O parto cesário é uma ação cirúrgica e deveria ser utilizado nos casos onde mãe ou bebê sofrem algum tipo de risco. Muito comum no Brasil por não precisar que a mulher entre em trabalho de parto (as contrações ritmadas e doloridas) além de ser bem mais cômodo para o médico que não vai precisar acordar de madrugada, nem comprometer seus compromissos pessoais por que alguma paciente inventou de ter bebê logo agora...
Os dois modos oferecem seus prós e contras, mas pesando bem escolhi o parto normal por alguns motivos:
1. Morro de medo de cirurgia. Só faria se REALMENTE fosse muito necessário, no caso de eu ou Sofia correr algum risco. Não precisa ser radical e comprometer a saúde do bebê só porque tenho minhas frescuras, ne?
2. Quando leio todos os relatos de que a anestasia utilizada no parto cesário dá uma super dor de cabeça no outro dia, já lembro das minhas enxaquecas (que diminuíram muuuito durante a gravidez e não me faz nenhuma falta) e me desespero.
3. Dizem que o parto normal dói muito. Acredito, mas é uma dor que vai passar com a saída do bebê. É quase como ir ao dentista. Doi na hora, mas passa rápido.
4. É o caminho natural das coisas, ne? minha avó teve 8 filhos assim e diz que não é nada de mais! Minha mãe teve 3, todos saudáveis e felizes.
Ah, mas não vá pensando que não estou lembrando da dor do parto, lembro sim, e muito! Mas na verdade tenho mais medo de ter uma turica no meio do processo e ter que fazer uma cesária de última hora. Tenho medo também de não ter dilatação, ou até mesmo de não sentir nada e quando eu perceber a menina já estar nascendo no trânsito...
Como já está tudo quase pronto, vou ficar só esperando o dia que Sofia decidir me fazer sentir as dores mais esperadas da minha vida. Tomara que ela não demore, nem que se apresse...
O Parto normal, como o nome sugere, é a forma como fomos “programadas” para parir. É simples, por volta de 40 semanas o útero se contrai ( o que dizem ser parecido com o incômodo da cólica mentrual) de forma ritimada até que atinge 10cm de dilatação e seu bebê sai, naturalmente, sem precisar de grandes interveções médicas. É um momento da nova mãe e do novo bebê.
O parto cesário é uma ação cirúrgica e deveria ser utilizado nos casos onde mãe ou bebê sofrem algum tipo de risco. Muito comum no Brasil por não precisar que a mulher entre em trabalho de parto (as contrações ritmadas e doloridas) além de ser bem mais cômodo para o médico que não vai precisar acordar de madrugada, nem comprometer seus compromissos pessoais por que alguma paciente inventou de ter bebê logo agora...
Os dois modos oferecem seus prós e contras, mas pesando bem escolhi o parto normal por alguns motivos:
1. Morro de medo de cirurgia. Só faria se REALMENTE fosse muito necessário, no caso de eu ou Sofia correr algum risco. Não precisa ser radical e comprometer a saúde do bebê só porque tenho minhas frescuras, ne?
2. Quando leio todos os relatos de que a anestasia utilizada no parto cesário dá uma super dor de cabeça no outro dia, já lembro das minhas enxaquecas (que diminuíram muuuito durante a gravidez e não me faz nenhuma falta) e me desespero.
3. Dizem que o parto normal dói muito. Acredito, mas é uma dor que vai passar com a saída do bebê. É quase como ir ao dentista. Doi na hora, mas passa rápido.
4. É o caminho natural das coisas, ne? minha avó teve 8 filhos assim e diz que não é nada de mais! Minha mãe teve 3, todos saudáveis e felizes.
Ah, mas não vá pensando que não estou lembrando da dor do parto, lembro sim, e muito! Mas na verdade tenho mais medo de ter uma turica no meio do processo e ter que fazer uma cesária de última hora. Tenho medo também de não ter dilatação, ou até mesmo de não sentir nada e quando eu perceber a menina já estar nascendo no trânsito...
Como já está tudo quase pronto, vou ficar só esperando o dia que Sofia decidir me fazer sentir as dores mais esperadas da minha vida. Tomara que ela não demore, nem que se apresse...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
02/12 - Dia Nacional do Relações Públicas
Tentar explicar a sua avó de 92 anos o que faz um RP não é tarefa fácil. O profissional de Relações Públicas é um incompreendido, muito embora sua função principal é fazer com que organização se entenda com seus públicos de interesse.
Historicamente, tudo começou através do jornalista americano Ivy Lee que numa tentativa de salvar a imagem do empresário Rockefeller teria PLANEJADO uma série de ações ESTRATÉGICAS a serem desenvolvidas a fim de "acabar com a má fama" do mega empresário. No Brasil foi o engenheiro Eduardo Pinheiro Lobo o primeiro gestor da comunicação organizacional, que ficou a frente do inédito setor de Relações Públicas da Light - empresa concessionária da iluminação pública e do transporte coletivo na capital paulista - e era responsável pelo relacionamento da empresa com a imprensa e as organizações que mantinham interesse.
A profissão começou a ganhar popularidade durante a Ditadura Militar, o que durante algum tempo não nos rendeu boa fama! Mas as coisas mudaram e hoje as organizações públicas e privadas, com fins lucrativos ou não, compreendem a importância de PESQUISAR, PLANEJAR, EXECUTAR E AVALIAR com excelência sua comunicação. Saber o que dizer, como dizer, quando dizer e pra quem dizer é tão importante quanto saber ouvir.
Em menos de 140 caracteres, podemos resumir a função como "gestão da comunicação organizacional", mas no dia a dia não cabemos em 140 caracteres. Somos multiplicadores, somos especialistas e somos abrangentes. Somos capazes de fazer eventos e fazer releases, capazes de sermos "um rostinho bonito" e de sermos milimetricamente estratégicos. Somos prestadores de atenção e resolvedores de problemas e, acima de tudo, nós amamos comunicação.
É isso que nós, profissionais de RP, somos capazes de fazer.
Historicamente, tudo começou através do jornalista americano Ivy Lee que numa tentativa de salvar a imagem do empresário Rockefeller teria PLANEJADO uma série de ações ESTRATÉGICAS a serem desenvolvidas a fim de "acabar com a má fama" do mega empresário. No Brasil foi o engenheiro Eduardo Pinheiro Lobo o primeiro gestor da comunicação organizacional, que ficou a frente do inédito setor de Relações Públicas da Light - empresa concessionária da iluminação pública e do transporte coletivo na capital paulista - e era responsável pelo relacionamento da empresa com a imprensa e as organizações que mantinham interesse.
A profissão começou a ganhar popularidade durante a Ditadura Militar, o que durante algum tempo não nos rendeu boa fama! Mas as coisas mudaram e hoje as organizações públicas e privadas, com fins lucrativos ou não, compreendem a importância de PESQUISAR, PLANEJAR, EXECUTAR E AVALIAR com excelência sua comunicação. Saber o que dizer, como dizer, quando dizer e pra quem dizer é tão importante quanto saber ouvir.
Em menos de 140 caracteres, podemos resumir a função como "gestão da comunicação organizacional", mas no dia a dia não cabemos em 140 caracteres. Somos multiplicadores, somos especialistas e somos abrangentes. Somos capazes de fazer eventos e fazer releases, capazes de sermos "um rostinho bonito" e de sermos milimetricamente estratégicos. Somos prestadores de atenção e resolvedores de problemas e, acima de tudo, nós amamos comunicação.
É isso que nós, profissionais de RP, somos capazes de fazer.
domingo, 22 de novembro de 2009
Preparando o Ninho
Enquanto Sofia não começa a impor sua vontade, eu imponho a minha! Então, o amarelo ganhou. Nada de quarto rosa ou lilás, não poderíamos ter um quarto clichê. rsrsrs
Germana, a tia designer de interiores, fez o projeto, acompanhou a pintura, botou a mão na massa e fez a alegria de Sofia (e a minha, que não aguentava mais de ansiedade). O Mago, como todo bom engenheiro, só fiscalizou a obra!
Depois da pintura quase pronta e tudo limpo, conversei com Sofia e pedi pra ela não se antecipar. Em janeiro vai ficar muito mais bonito! Ainda precisamos montar o berço, lavar as roupinhas e bordar as fraldinhas, então é melhor ter calma e ficar mais uns 2 meses no bucho.
Agora faltam poucos detalhes e eu já arrumei uma nova preocupação: o parto. Mas isso é um looongo outro assunto!
Germana, a tia designer de interiores, fez o projeto, acompanhou a pintura, botou a mão na massa e fez a alegria de Sofia (e a minha, que não aguentava mais de ansiedade). O Mago, como todo bom engenheiro, só fiscalizou a obra!
Depois da pintura quase pronta e tudo limpo, conversei com Sofia e pedi pra ela não se antecipar. Em janeiro vai ficar muito mais bonito! Ainda precisamos montar o berço, lavar as roupinhas e bordar as fraldinhas, então é melhor ter calma e ficar mais uns 2 meses no bucho.
Agora faltam poucos detalhes e eu já arrumei uma nova preocupação: o parto. Mas isso é um looongo outro assunto!
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